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Roseanne
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+351 961 099 616
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Bitrix ID 8911
Retorno de chamada Olá! Recebemos a sua chamada e, no momento, não foi possível atender. Estamos disponíveis para dar seguimento ao seu contacto e prestar o devido atendimento. Por favor, clique em “Continuar” para prosseguir com o seu atendimento. | [Continuar]
+351 934 690 879
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Bitrix ID 8909
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Fatima
+351 931 626 973
Bitrix ID 8907
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Wagner Ferreira
Telefone n/d
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Erica Cunha
+351 932 389 172
Bitrix ID 8903
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David Huamani Chavez
+51 940 209 082
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Kelana&Ariana
+33 7 58 51 61 56
Bitrix ID 8899
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Conversa selecionada
Hajar
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2
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Como posso ajudar? Você possui algum processo em andamento?
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Olá meu nome é Hajar. estou a contactar por causa de um caso laboral. Recebi uma nota de culpa e tenho que responder. Podemos marcar? Obrigada
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Consegue nos enviar a notificação que recebeu, para verificarmos?
Conversation was assigned to Thalita - Assistente Jurídico
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Vou explicar rapidamente a situação Desde a minha integração na Aubay, sempre trabalhei exclusivamente em francês. Fui recrutada para um projeto francófono (KLX) e, durante mais de três anos, exerci as minhas funções apenas em projetos em língua francesa. Nunca me foi exigido um nível profissional de inglês, nem contratualmente, nem operacionalmente. Após um período de baixa médica (burnout), solicitei a mudança de cliente – um procedimento habitual e aceite nas empresas de consultoria. Em resposta, a empresa propôs-me um projeto em língua inglesa, sediado no Porto. Recusei essa afetação por dois motivos legítimos: • O local de trabalho não respeitava o meu contrato, que menciona Lisboa e arredores (sem obrigação de mudança de residência); • O meu nível de inglês não é profissional, o que comuniquei de forma clara e de boa fé. 📌 Tentativa de rescisão por acordo mútuo (março de 2025) Em março de 2025, a empresa propôs-me assinar um acordo de rescisão por mútuo consentimento. Recusei esse acordo porque: • não cometi qualquer infração, • queria continuar a trabalhar em conformidade com o meu contrato, • não pretendia abdicar dos meus direitos. 📌 Pressão contínua ligada à língua inglesa Após esta recusa, a Aubay continuou a enviar-me propostas de projetos exclusivamente em inglês, nas quais constava como requisito um nível C1 ou “expert”. Em cada caso: • nunca rejeitei as oportunidades, • respondia informando que o meu inglês não era profissional, • e propunha que o meu CV fosse enviado ao cliente para decisão objetiva. Apesar desta transparência, recebi uma primeira repreensão disciplinar, acusando-me: • de ter nível C1 em inglês (o que é falso: nunca entreguei qualquer certificado, nem realizei entrevista em inglês com a Aubay), • e de recusar entrevistas, embora nunca tenha recusado entrevistas compatíveis com o meu perfil linguístico. Importa referir que: • a minha entrevista de recrutamento com a Aubay foi em português e durou cerca de 30 minutos, • depois disso, passei diretamente para entrevistas com clientes exclusivamente em francês. 📌 Entrevista no BNP Paribas (julho de 2025) Em julho, aceitei uma entrevista para um projeto que me foi apresentado como franco-anglófono, no BNP Paribas. No entanto, durante a entrevista, o cliente informou que procuravam alguém fluente em inglês. No mesmo dia, comuniquei esta situação por e-mail à minha manager. Não recebi qualquer resposta por parte da Aubay. 📌 Projeto interno e reunião com cliente anglófono Após esta situação, a Aubay propôs-me participar num projeto interno de três semanas, que aceitei de imediato, tendo informado por escrito que o meu nível de inglês não era profissional. A empresa respondeu que: • seria apenas um projeto interno de curta duração, • não seria necessário ter um bom nível de inglês, • e que a equipa estaria disponível para me apoiar. Alguns dias após o início, recebi um e-mail a informar que o cliente queria reunir comigo — cliente esse que falava exclusivamente inglês. Por transparência, escrevi a informar que não me sentia à vontade para conduzir sozinha uma reunião em inglês. Ainda assim, assisti à reunião no Microsoft Teams, acompanhada por um colaborador da Aubay que assegurou a tradução simultânea. 👉 Tenho uma captura de ecrã com data, hora e lista de participantes, que comprova claramente a minha presença. (Na “nota de culpa”, acusam-me falsamente de não ter estado presente nesta reunião.) 📌 Falso “projeto interno” e tarefas administrativas Posteriormente, fui informada de que continuaria num “projeto interno”. Na prática, não se tratava de um projeto técnico, mas sim de tarefas administrativas repetitivas, sem relação com as minhas funções como consultora de sistemas de informação: • envio de e-mails, • atualização de ficheiros Excel, • verificação de listas, • ausência total de tarefas técnicas ou de análise. Não existia equipa real, nem plano de trabalho, nem objetivos definidos. Comuniquei por escrito que estas atividades não correspondiam às funções do meu contrato e configuravam desvalorização profissional. A empresa não deu qualquer resposta concreta e manteve a situação. 📌 Imposição de validação de nível de inglês (sem formação proposta) Inicialmente, a Aubay não me propôs formação. Limitou-se a impor uma “validação do nível de inglês”, ou seja, um teste interno, sem base contratual nem acordo prévio. (Tenho provas de e-mails) Fui eu, por iniciativa própria, que propus uma solução construtiva: ➡️ realizar uma formação externa certificada em inglês, numa instituição oficial (British Council, Cambridge, etc.), com avaliação imparcial. Mesmo assim, a empresa insistiu apenas no teste interno e recusou a opção de uma formação oficial. 📌 Informação adicional — contactos abusivos Na sequência de contactos repetidos para o meu número privado durante a baixa médica, pedi formalmente para não ser mais contactada por essa via. Continuei sempre disponível por e-mail profissional e Microsoft Teams. 📌 Nota de culpa — contestação Os factos apresentados na “nota de culpa” são infundados, retirados do contexto e incluem afirmações falsas. Não refletem a realidade dos acontecimentos nem o meu comportamento profissional. 📌 Provas disponíveis Tenho provas documentadas de tudo o que relato, nomeadamente: • e-mails sobre as propostas de projetos, • respostas onde explico claramente o meu nível de inglês, • captura de ecrã da reunião Teams com o cliente, • registo de contactos e chamadas durante a baixa médica, • e o e-mail onde explico que esses contactos repetidos foram abusivos e tiveram impacto físico e emocional.
Hajar, entendo a situação que esteja passando, deva ser difícil. Mas, infelizmente, a dra Emmely não trata desses tipos de processos.
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Ok obrigada
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Precisando de qualquer coisa, estamos sempre por aqui!
Conversation was assigned to Kayce Oliveira
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Conversation was assigned to Thalita - Assistente Jurídico
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